Skip to Content

Blog Archives

Jardim pequeno: 10 dicas para quem tem pouco espaço

Fonte: casa.com.br

Aproveite cada centímetro para cultivar o verde. Apresentamos 10 dicas de como cultivar um jardim em uma área pequena

Você tem pouco espaço em casa, mas quer ter uma área verde para contemplar ou interagir? Abaixo, apresentamos 10 dicas que irão ajudá-lo nessa missão. As sugestões foram dadas pelo paisagista Alex Hanazaki no Curso de Decoração Casa Claudia 2010.

Dica 1. Descubra e defina qual será natureza do seu espaço. Você quer criar um jardim contemplativo (que servirá como um cenário) ou interativo (para o morador/visitante se sentir parte)? Saber o que você deseja é o primeiro passo para definir como criar o jardim.Dica 2. Os jardins contemplativos são muito comuns em frente da casa e aos corredores laterais. Essas áreas exigem projetos nos quais a distribuição das plantas no espaço seja perfeita.

Dica 3. Para jardins interativos, cercados pela arquitetura da casa ou pelos imóveis vizinhos, plantas de meia-sombra e sombra são as mais indicadas. Mas atenção: na hora começar a criar esse espaço, a sugestão é distribuir, num primeiro momento, os elementos decorativos (como os bancos) e, só então, decidir o tamanho dos canteiros, as espécies de cada espaço etc.

Dica 4. Em terraços abertos, onde bate muito vento, são indicadas espécies com folhas duras, como bálsamo, cica, viburno, gardênia, azaléia e buxinho. Essa característica fará com que a planta se mantenha viva e inteira por mais tempo, não sendo destruída pelas rajadas.

Dica 5. Se você tem uma área fechada, como uma varanda, seu problema não será o vento e sim o calor que os vidros geram, podendo desidratar as plantas. É preciso ficar atento à rega dessas espécies e a sugestão é manter as janelas abertas, permitindo a ventilação do cômodo. Nessa situação, as frutíferas são espécies indicadas, como a mexeriqueira, o limoeiro, a jabuticabeira etc.

Dica 6. Se você tem uma área que bate sol, entre as espécies indicadas estão as aromáticas. Invista nelas.

Dica 7. Hortinhas são bem-vindas para espaços pequenos e podem até ser úteis para você cultivar temperos que irá utilizar na hora de cozinhar. Para fazer uma, privilegie húmus de minhoca (para enriquecer de nutrientes a terra). Uma ideia é criar uma composição com cachepôs de madeira ou metal e, em cada peça, cultivar uma espécie diferente.

Dica 8. Para assegurar um visual belo e harmônico, é importante investir em vasos feitos do mesmo material. No entanto, eles não precisam ser necessariamente da mesma cor e tamanho. E, claro, combine os vasos com o mobiliário.

Dica 9. Os jardins verticais são muito usados (e indicados) para os pequenos espaços e para áreas cercadas por grandes muros. Mas é preciso ficar atento às espécies eleitas para compor esse cenário. Brinco-de-princesa, samambaia e peperômias estão entre as mais sugeridas.

Dica 10. Topiaria, técnica de poda para deixar a planta menos volumosa, é um bom recurso para economizar espaço no jardim e criar belos cenários.

LEIA MAIS

Elegantes, cozinhas com ilhas conquistam cada vez mais adeptos

Fonte: IG

Elegantes e funcionais, as cozinhas com ilha são ideais para quem adora cozinhar e, ao mesmo tempo, estar próximo dos familiares e amigos. Neste tipo de cozinha, à exemplo de uma ilha, o móvel fica isolado dos demais, geralmente no meio do ambiente. Além disso, a largura da cozinha permite a livre circulação em todos os lados da bancada central. O ProCompra, plataforma de cotação e intermediação de móveis planejados, levantou algumas dicas para esse tipo de cozinha.

1 – Funcionalidade

É possível agregar várias funções que auxiliem na preparação dos alimentos. A arquiteta Adriana Ferreira, da Santa Irreverência Arquitetura e Construção, explica que as ilhas podem ser utilizadas como bancada de refeição, para cooktop, pia, apoio de utensílios de cozinha ou um misto destes usos. Para complementar o espaço, você pode incluir armários e até uma mesa para refeições.

2 – Reforma

Na hora de fazer sua cozinha com ilha, além de um bom profissional para executar o projeto, talvez uma reforma seja necessária. De acordo com Adriana, as tubulações elétrica, hidráulica e de gás, por exemplo, devem passar pelo piso, embutidas ou não em alvenaria.

3 – Dimensões

Segundo Lana Rocha, do escritório Lana Rocha Interiores, é necessário ter espaço suficiente de circulação entre a ilha e as bancadas fixadas às paredes. Para a designer de interiores, a distância ideal é de um metro entre a ilha e o restante dos móveis ao redor. Quanto aos móveis, é preciso observar se há distância suficiente para abrir e fechar portas e pegar objetos com facilidade.

“Devemos respeitar a distância mínima de 1m entre as bancadas e não ultrapassar a distância de 1,50m, pois, nesse caso, a distância fica muito longa entre a cuba e o cooktop, por exemplo, deixando o trabalho doméstico mais cansativo”, orienta a profissional.

A bancada da cozinha segue uma altura padrão, de 90cm. Já a largura e profundidade, variam de acordo com as possibilidades e funções da cozinha em questão, explica Lana.

4 – Eletrodomésticos

Já quanto ao local de cada um dos eletrodomésticos, Lana afirma que a melhor disposição para eles é sempre triangular, conforme exemplo abaixo, o que garante mais praticidade e agilidade na cozinha.

É recomendado também separar o cooktop e/ou fogão da geladeira através da pia ou bancada seca, permitindo uma área de apoio para ambos. “Sempre coloque o equipamento que gera calor distante daquele que refrigera, pois isso gera economia de energia também”, garante Adriana.

5 – Revestimento

O mercado brasileiro possui uma grande variedade de materiais de revestimento para a bancada da ilha. É recomendável que se utilize materiais mais resistentes e de fácil manutenção. Profissionais recomendam o uso do granito, mármore, aço inox e pedras sintéticas como “Corian” e o “Selecione”.

6 – Coifa

Uma das marcas registradas dos projeto de cozinhas em ilha é o uso da coifa acima do fogão ou cooktop. Mas, de acordo com a arquiteta Adriana Ferreira, ela não é um item obrigatório. “O uso da coifa depende do tipo de alimento que se prepara na casa, da ventilação natural da cozinha ou ainda se ela é aberta para a sala”, explica.

Entretanto, se você não abre mão do equipamento, saiba que, além de maior potência de sucção quando comparadas aos depuradores, por exemplo, as coifas são ótimas para eliminar cheiros e evitar que a gordura se espelhe pela cozinha, visto que levam os odores para o ambiente externo através de um duto, indica a designer Lana Rocha.

LEIA MAIS